sábado, 18 de junho de 2016

Seminário sobre Facebook e WhatsApp


Olá Querid@s,



Compartilhando aqui no blog também a apresentação realizada no dia 02/06 por Mirian e eu, sobre Redes Sociais no ensino de línguas, mais especificamente o WhatsApp e Facebook.

A partir das discussões realizadas em sala e das apresentações dos colegas, podemos perceber que o conhecimento sobre as novas tecnologias nos empodera a fazer uso desses recursos em nossas salas de aula, bem como, nos faz refletir sobre os desafios que este uso representa face ao mundo que vivemos...





Apresentação ENELIN - UFMA


O ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA:
Perspectiva Intercultural
Marcia Letricia G. Barbosa*
A Língua Inglesa tem se apresentado como língua franca devido à expansão global e o lugar de destaque que ocupa nas relações sociais em face ao mundo pós-moderno (JENKINS, 2007; RAJAGOPALAN, 2011; BERNS, 2009). De maneira que, a concepção de língua franca/global/internacional/ leva a repensar as práticas ensino de inglês, uma vez que, o modelo de falante nativo como ideal de perfeição é colocado em xeque, o idioma deixa de ser propriedade restrita dos chamados ‘nativos’ e passa a ter funcionalidade para aqueles que a utilizam em suas mais diversas relações, se moldando as necessidades de seus usuários. Além disso, a mudança da concepção de uma língua estrangeira para uma língua franca repercute na escolha de variedades a serem ensinadas, no papel da cultura no ensino da língua e aspectos a serem considerados na correção linguística, o que demanda do professor uma postura crítica, reflexiva baseada em uma abordagem de ensino intercultural (SOUZA & FLEURI, 2003; ESTERMANN, 2010; MENDES, 2012; SIQUEIRA, 2013). Considerando tal realidade, a comunicação tem como proposta a discussão das implicações desse novo paradigma de inglês como língua franca para o ensino. Através dessas discussões, espera-se poder contribuir para compreensão das consequências do processo da globalização do mundo para a educação linguística brasileira, visando o desenvolvimento de posturas (docente e discente) mais críticas, sustentadas em uma perspectiva intercultural de ensino.

Palavras-Chave: Inglês como Língua Franca. Ensino de Língua Inglesa. Interculturalidade.



domingo, 22 de maio de 2016

Participação na V Jornada de Estudos Irlandeses


V Jornada de Estudos Irlandeses

Cem anos do Levante de Páscoa: Impactos Sociais, Linguísticos e Literários

09 e 10 de maio de 2016



Gostaria de compartilhar com vocês o trabalho que apresentei na V Jornada de Estudos Irlandeses, gostaria também de parabenizar a tod@s pelos trabalhos apresentados, trabalhos riquíssimos, lamento apenas não ter assistido a apresentação de todos. 

Tendências das pesquisas sobre formação continuada de professores de língua inglesa em LA

sábado, 9 de abril de 2016

Colaborando

                             Aula Prática de NTDIC, socialização dos blogs. 06/04/2016

A primeira aula prática da disciplina Novas Tecnologias Digitais, ministrada pela professora Drª Adriana Capuchinho no programa Mestrado da UFT (Universidade Federal do Tocantins), foi marcada pela socialização da idéia inicial do blog. No laboratório de informática, os professores(as) apresentaram seus blogs aos colegas e se ajudaram mutuamente a melhorar os blogs.


Os blogs produzidos, no geral, abarcam questões que vão desde o uso de NTDIC (Novas Tecnologias Digitais) no ensino de Língua Estrangeira, passando pela Educação Inclusiva, ao uso de plataformas virtuais como forma de colaboração na formação profissional docente.



sexta-feira, 1 de abril de 2016

Experiências

Colaborar




Disponivel em: https://youtu.be/NjJGSMJQ91U

Breve reflexão sobre aprendizagem colaborativa no desenvolvimento profissional docente

Marcia Letricia Gomes Barbosa
Baseada na teoria sócio-interacional, a aprendizagem colaborativa Vygotskiana é vista como sendo de suma importância para o processo de ensino e aprendizagem, bem como, para o desenvolvimento pessoal em geral. Dessa maneira, o homem seria um ser social que aprenderia e se desenvolveria por meio da interação com outras pessoas.  Segundo Vygotsky (2002), é na interação que o desenvolvimento individual aconteceria e essa interação com o outro ou com membros de um grupo possibilitaria o desenvolvimento de processos inter-psicológicos, que seriam internalizados posteriormente. Daí então, a importância de se trabalhar em grupo (ROCHA, 2008).
Brown (1994) define interação em um sentido, de certa maneira, mais amplo. Segundo ele, a interação seria qualquer troca colaborativa de pensamentos, sentimentos ou ideias entre duas ou mais pessoas, o que, para ele, resultaria em um efeito recíproco entre os participantes. Oxford (1997:444), afirma que a interação “se refere a situações em que pessoas agem umas sobre as outras. [...] envolvem professores, alunos e outras  pessoas  agindo  umas  sobre  as  outras  e conscientemente interpretando tais ações”.
No que diz respeito à formação de professores, Nóvoa (1991) pontua a importância da constituição de espaços de formação que contemplem a colaboração como instrumentos para a formação profissional,
A aprendizagem em comum facilita a consolidação de dispositivos de colaboração profissional. Mas o contrário também é verdadeiro: a concepção de espaços colectivos de trabalho pode constituir um excelente instrumento de formação. Ora, o que está actualmente em causa não é apenas o aperfeiçoamento, a qualificação ou a progressão na carreira docente; a vários títulos, joga-se também aqui a possibilidade de uma reforma educativa coerente e inovadora. (NÓVOA, 1991:9)
 Logo, nota-se a importância da consolidação de espaços de formação profissional em contextos de colaboração para a formação docente, seja ela inicial ou continuada.
Referências
BROWN, H. D. Principles of Language Learning and Teaching. 3rd ed. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall, 1994.
OXFORD, R. L. Cooperative learning, collaborative learning, and interacrion: Three communicative strands in the language classroom. The Modern Language Journal, v. 81, n.4, p. 443-456, 1997.
ROCHA, D. C. A. Formação continuada, prática e reflexão de três professores de língua inglesa de escolas públicas em Goiás: uma pesquisa –ação (Dissertação de Mestrado) - Universidade Federal de Goiás -Faculdade de Letras, 2008.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.